Numenera no Recinto

Na teia da Aranha - 2

Deu ruim !

Dois dias depois de finalizarem a primeira missão, os três mosqueteiros decidem que querem ver a qualé de mesma da “madame” tão mencionada por Orudis. Crentes que poderiam estar ajudando uma linhagem real a voltar para o poder, aceitaram continuar trabalhando para eles. O primeiro passo era chegar no reino-ilha-voadora.

Primeiramente, precisavam chegar lá. O contratante estava com uma carroça cheia de tralhas, e depois de cinco dias de viagem descobriram o porquê: Emf estava no caminho, e a cidade possuía um portal. Esse portal, quando ativado, permitia uma breve passagem dos humanos para uma espécie de plano paralelo, onde eles faziam escambo com criaturas humanóides cuja língua era incompreensível. Depois de muita gritaria, a carroça com botas, palha e espelhos voltou carregada com shins e diversas numenéras.

Algumas horas de viagem a mais foram necessárias para se chegar à uma colina que aparentemente era uma colina medíocre. Ao chegarem no topo, de repente, a grande ilha voadora se revela, como se houvesse uma espécie de ilusão agindo. Era composta de gigantescos cristais agregados, e não era possível ver o topo. Perto havia um “estábulo” de criaturas redondas e voadoras que serviam de transporte. Alugamos uma e subimos.

Só quando o grupo chegou ao topo puderam apreciar a extensão daquela maravilha. Quilômetros e mais quilômetros de terras férteis em todas as direções, com construções pontilhando o horizonte. Torres e mais torres com cúpulas pontudas como agulhas se concentravam no centro do lugar. Os personagens decidiram que seria interessante passar uma noite na cidade antes de fazerem o rendevouz com a chefa do contratante.

No dia seguinte, ao sair da cidade, se encontraram com uma bandidada que esperava fora dos limites da cidade. Uma conversa breve confirmou que alguém chamada “Aranha” era a cabeça da revolução, mas que essa revolução talvez não fosse tão benéfica assim. Entraram em uma torre estranha que ficava afastada da cidade, e descobriram que Aranha não era uma aranha de verdade, para tristeza de uma das integrantes. Era uma mulher guerreira que queria tomar o poder só de zoa, e de quebra queria dominar a região.

Concordaram com as condições de trabalho dela, saímos para usar o artefato resgatado, mas decidimos que não era assim que a banda tocava. Mas a banda tocou do jeito errado. A tentativa de tentar impedir o ataque falhou, e o artefato fez o que tinha que fazer – espalhou um gás de controle de grupo, fazendo as pessoas extasiadas e incapazes de fazer qualquer hostilidade.

Agora, o grupo precisava tentar controlar as perdas, ou perder tudo de vez.

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SeanWishart

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